Ecos do I Congresso Internacional da Adopção
Mais uma vez se constatou, no recente I Congresso Internacional de Adopção, que esta é o caminho para apenas uma pequena parte das crianças e jovens que no nosso país se encontram em situação de perigo e desprovidas de uma família.
Porquê?
Porque temos à volta de 15.000 crianças e jovens institucionalizados, apenas pouca mais de 3.000 candidatos a adoptantes e, mesmo assim, mais de 200 crianças com decisão de adoptabilidade que não encontram candidato que as queira receber.
E em 2007 foram adoptadas 7 crianças portuguesa por residentes no estrangeiro, enquanto que os residentes em Portugal adoptaram 12 crianças de outros países (na sua esmagadora maioria de Cabo Verde).
Para que seja possível tornar realidade o direito destas crianças e jovens a uma família (até que se consigam fazer retroceder os elevados níveis de irresponsabilidade parental que subjazem a esta realidade) há que encontrar novas formas de acolhimento em família. O anunciado apadrinhamento civil é, seguramente, uma delas!
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